Texto 17/52 – O roubartilhamento de imagens

A muito tempo uso o Flickr como canal de divulgação das minhas imagens. Mas no começo não tinha o hábito de colocar marca d’água.

Em julho recebi uma mensagem pelo Flickr de uma pessoa solicitando usar uma foto minha em um “projeto”. Como não tinha uma posição definida sobre o uso da imagem ou não, demorei a responder. A imagem solicitada é essa aqui:

Passado uns quantos dias,  o Facebook me mostrou que alguns amigos haviam curtido uma página, e a foto do topo da página me pareceu suspeita. Fui olhar com mais calma e, que surpresa, era a minha foto. E ela foi publicada no mesmo dia em que o pedido de uso foi feito. Respondi aquela mensagem pendente. Com duas opções:

1) Removia a imagem do site e publicava um pedido de desculpas pelo uso indevido da imagem OU;
2) Depositava um valor referente ao direito de uso da imagem;

Após alguns dias, recebi uma mensagem informando que a foto seria removida e o pedido de desculpas pelo uso indevido da imagem.

desculpas

Na metade do mês encontrei a mesma foto em um outro perfil. Evidentemente que sem a menor menção de onde a imagem foi retirada (ou o autor). Mas como é em um perfil pessoal não vou esquentar.

Qualquer dia desses escrevo um texto com a parte jurídica do roubartilhamento de imagens. Ainda que disponível na internet (de forma publica ou privada), as imagens tem um dono e esses tem seus direitos.

Texto 16/52 – Minha primeira (e a segunda também) cicloviagem

Estou para escrever esse texto desde março. E é em momentos assim que eu vejo como o #52Textos está atrasado 🙁

Na terça feira de carnaval (04/03/2014), ainda com a Winner Zeta, me aventurei em uma ciclo viagem. Nada grande, mas para quem estava com uns 123 Kg, sem preparo nenhum em pedaladas de mais de uma hora (ou 25km), foi algo assustador.

Saí de casa por volta das 9hs da manhã. Esse foi o primeiro erro. O segundo foi não ter levado filtro solar. Se seguir por essa linha, só listarei os erros. Melhor parar 🙂

Depois dos 45km o rendimento caiu absurdamente. Assim, considerando a demora, a falta de sinal do celular, falta de condicionamento físico, fui resgatado pela Cássia aos 74km de casa. Como estava muito cansado, nem reclamei. Coloquei a bicicleta no carro e fui para o almoço.

Ao todo foram 5 horas. Dessas, fiz 1hr de parada e em 4hs pedalando. Levei 2 garrafas de água, 1 de isotônico e 4 barras de cereal. Fui dosando a quantidade de isotônico a cada parada (1 gole curto no máximo) e meia barra de cereal a cada hora pedalada (mais ou menos).

Como não forcei o ritmo, no outro dia de manhã a sensação era que não tinha pedalado os 74 km. Mesmo não conseguindo chegar em Dom Pedrito, fui uma vitória pra mim.


Não satisfeito por não ter conseguido concluir a viagem de bicicleta, e desafiado convidado pelo cunhado, partimos no ultimo 7 de setembro. Dessa vez saímos às 06:00, mas ainda sim esqueci do filtro solar 😛


Na primeira ciclo viagem não gravei a pedalada pois fiquei com medo de ficar sem bateria. Mas em dupla tive coragem e gravei tudo. Obrigado Strava.

Recebemos lanche das equipes familiares no meio do caminho. O que foi ótimo, pois carboidrato só tinha nas barras de cereal e no isotônico, e chegou uma hora que isso já não estava enchendo a barriga 🙂

Nos últimos 20km o Estevam cansou muito. A bicicleta dele, com dupla suspensão, cansa MUITO MAIS do que a minha (que não tem suspensão nenhuma). Eu sei bem como é, pois passei isso na primeira ciclo viagem.

Depois de 8 horas entre pedal e descanso, chegamos a Dom Pedrito. A ida e volta completa no pedal ficou para outra data. Algumas fotos estão no post. As demais estão aqui (1ª ciclo viagem) e aqui (2ª ciclo viagem).

Texto 15/52 – Leve 3. Pague 2. Ou quase isso

Antes de mais nada, não direi em qual empresa esse episódio aconteceu. Mas o referido estabelecimento é grande, está passando por uma passando por uma reforma e fica localizado em uma avenida com nome de presidente. Entenderes entenderão 🙂

Fui em uma empresa para comprar alguns produtos. Olhando na prateleira, vi que o produto que escolhi estava custando R$6,98. E que na de baixo um pacote com 3 unidades estampava uma etiqueta “Leve 3. Pague 2”. Não pensei duas vezes e para aproveitar o preço, peguei 2 pacotes. Por algum motivo que desconheço dei uma conferida no preço que estava na etiqueta (não tenho esse hábito). E lá dizia R$ 16,90. Aí a conta não fechou. Se a etiqueta dizia leve 3 e pague 2, eu deveria pagar R$ 6,90 * 2 = R$ 13,96 e não R$ 16,90. Conclui as compras e fui pro caixa. Pedi o desconto, afinal estava com a razão. Enquanto o fiscal verificava se o choro era válido ou não, a atendente do caixa contou que SEMPRE escolhe pacotes com essa etiqueta, mas nunca havia feito a conta pra ver se estava pagando 2 ao levar 3. E depois de uns 15 minutos esperando, consegui o desconto. E nenhum pedido de desculpas pela tentativa de roubo.

Texto 12/52 – Feliz dia, Pai

Família Machado Amorim Pai, feliz dia! É uma pena que eu não possa te abraçar hoje, pois estás ai em Maringá. Mas saiba o quanto eu queria fazer isso. E o quanto eu te amo. Obrigado por tudo o que fizeste por mim…

Pai, fiquei com os olhos suados pela 5ª vez ao reler esse pedacinho de texto. Então pararei de escrever por aqui, senão vou estragar o teclado com tanto suor 🙂

Mãe, não fiz post no dia das mães porque não tive a genial ideia de aproveitar a data e escrever um post para o #52Textos. Mas saiba que também te amo.

E Bernardo, aproveita e curte bastante o pai e a mãe por mim e pelo Gabriel.

Beijo!

Aos demais pais que lerem esse texto, feliz dia dos pais também 🙂

Texto 10/52 – Querem desmontar ela. É serio?

kombi-na-ciclovia
O desrespeito não é só aqui. Fonte: Diario Web

Li no jornal de domingo (06/07/2014)que o pessoal da Prefeitura ainda quer desmontar a ciclovia. Agora a ideia é que em alguns horários seja estacionamento e em outros, ciclovia.

Em outras cidades do pais vagas de carros estão sendo transformadas em ciclovias, para permitir que mais pessoas circulem de bicicleta com segurança. São Paulo está criando mais 400 km de ciclovias. Porto Alegre também se transforma para acolher os ciclistas e até o fim de 2015 contará com 50 km de ciclovias. Pelotas está investindo mais de R$ 73 milhões em projetos de mobilidade urbana e no final desse processo entre outras melhorias, a cidade contará com 20 km de ciclovias. Aqui se tem 4 km é muito.

Em outros países o numero de adeptos ao ciclismo é cada vez mais maior e mais cada vez mais incentivado.Na França, em caráter experimental, trabalhadores receberão €$ 0,25 por km para ir ao trabalho de bicicleta. A estimativa do governo é de uma economia de €$ 5,6 Bilhões na área de saúde. O projeto tem um custo de €$ 20 Milhões. A Alemanha construirá, esse ano, com 60 km de extensão, a primeira de sua projetada rede de autoestradas com 4 pistas exclusivas para ciclistas. E a União Européia foi favorável a ampliação da EuroVelo (informações em inglês e em português), a rede européia de ciclovias. A rede disponibilizará até 2020 70.000 km de ciclovias.

Mapa da Eurovelo. Fonte: Wikipedia
Acho que o uso da bicicleta nos centros urbanos é um caminho sem volta. Eu sou só comecei a pedalar por causa da ciclovia, em 2011. Aquela área só recebe atenção quando o mato cresce e impede de ver o lado de Rivera. E agora pode ser desmontada. Dá pra deixar isso passar assim?