Olá, eu sou o Windows 3.11, muito prazer.

by Rafael Amorim 4. agosto 2011 21:24

Por André Machado

É previsível, mas preocupante, que as novas gerações de usuários de computador e de Internet desconheçam os primórdios dessa ciência que nos trás grandes progressos a cada dia. Em especial, aqueles que tiveram seu primeiro contato com a Informática através do Windows 95 ou XP perderam uma grande parte da história, relembrada com orgulho por alguns e odiada por outros. Quando vamos falar do passado da Informática, o Windows 3.11 é um assunto praticamente obrigatório. Mesmo sendo um ávido usuário de software livre, eu passei grande parte de minha adolescência usando esse sistema e, portanto, tenho um carinho especial pelo mesmo. Após ler esse pequeno artigo, você, usuário dos dias atuais, verá que nem sempre as coisas foram como são hoje e descobrirá como era a Informática em uma época em que a Internet comercial estava dando seus primeiros passos e o Google nem sonhava em nascer. Será que ainda existem vestígios desse sistema nas versões atuais do Windows? É o que vamos descobrir.

Foi a partir da versão 3 do Windows que esse sistema começou a se tornar extremamente popular até chegar onde está hoje, afinal, nas versões 1 e 2, ele era apenas uma interface gráfica para o MS-DOS, sistema que dominou a computação pessoal na década de 80 e não apresentava qualquer vantagem ou diferencial em relação às demais interfaces existentes. Mas a partir da versão 3.0, lançada em 1991, o sistema começou a ganhar destaque principalmente graças ao seu suporte aos famosos "kits multimídia", compostos de drive de CD-ROM, placa de som e caixas acústicas, que se tornaram a febre na Informática antes do surgimento da Internet. Já o Windows para Workgroups 3.11, lançado em 1993, dava ao sistema suporte a redes de computador e iniciava a penetração do mesmo no mercado corporativo, que era dominado por fabricantes como Novell e LANtastic, embora fosse somente a partir do desenvolvimento do Windows NT que a solução da empresa começasse a ser seriamente considerada nesse nicho.

Aqui no Brasil, o motivo do sucesso foi outro. Pela época do lançamento das versões 3.x, nós estávamos saindo da famosa reserva de mercado, uma barreira comercial criada pela ditadura militar que proibia a importação de softwares e de computadores importados com o objetivo de fortalecer a indústria nacional (em especial, órgãos públicos apenas podiam usar computadores fabricados no país). Como as máquinas nacionais, naquela época, eram em sua maioria baseados em processadores 8088 ou similares, com os sistemas operacionais sendo cópias do MS-DOS "adaptadas" pelos fabricantes locais, bem como vários aplicativos famosos vendidos por aqui, acredito que pouca gente, para não dizer ninguém, viu as versões 1 e 2 do Windows e o primeiro contato com computadores de qualidade se deu através dos 386 e 486 que vinham equipados com a nova versão do sistema.

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Palestra: Recursos Avançados Windows 7, Server 2008 + Novidades CEBIT

by Rafael Amorim 7. abril 2010 21:40

A SISNEMA em parceria com a disciplina de Sistema de Informações Gerenciais da UNIPAMPA promove em Livramento mais uma edição da Jornada Tecnológica.

Não deixe de participar do nosso EVENTO GRATUITO para conhecer os novos recursos avançados do Windows 7 e do Server 2008 e ainda conferir de perto as novidades que foram mostradas na CEBIT 2010, maior feira mundial de TI, que aconteceu em Hannover, na Alemanha.

  • Tema: "Recursos Avançados Windows 7, Server 2008 + Novidades CEBIT”
  • Data: 15/04/2010 (quinta-feira)
  • Horário: 19h00 às 22h00
  • Local: UNIPAMPA - Endereço: Rua Barão do Triunfo, 1048 - Santana do Livramento – RS

Mais informações e inscrições pelo link http://sisnema.com.br/eventos/ev001279.htm

Outras informações pelo e-mail: eventos@sisnema.com.br

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Geral | Novidades | Windows

Como a Microsoft conta até 7

by Rafael Amorim 22. outubro 2009 11:18

 

Por que o Windows 7 se chama 7? Ele nem é o sétimo!" Pois a Microsoft conta diferente.

1 e 2. Os Windows 1 (1985) e 2 (1987) realmente tinham esse nome. E eram feios.

3. O Windows 3 (1990) se dividiu em 3.0, 3.1 e 3.11. Mas eram essencialmente o mesmo animal. Oito disquetes de pura alegria. Houve também os NT 3.1 (1993), NT 3.5 (1994) e NT 3.51 (1995).

4. Por 4 entenda-se Windows 95 (1995), NT 4.0 (1996), 98 (1998) e o genial Me (2000).

5. O novo código do Windows, o "5", virou Windows 2000 (em 2000). Mais tarde um pouco ganhou experiência e digievoluiu para Windows XP (2001). Houve ainda os Windows Server 2003 (2003) e Home Server (2007).

6. O favorito da galera: Windows Vista (2007) e Windows Server 2008 (2008).

7. Tchã-nã! (hoje)

Louco, não? [Wikipedia]

Fonte: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/made-brazil-como-microsoft-conta-ate-7

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Windows

Dia For Windows

by Rafael Amorim 24. setembro 2009 20:20

Dia é um software para construção de diagramas, fluxogramas, esquemas de bases de dados, casos de uso, etc. É uma ótima alternativa ao Microsoft Visio. Possui diversas ferramentas e bibliotecas de objectos e os itens de um diagrama possuem inteligência para guardar informações específicas.

O sotfware foi desenvolvido em ambiente Linux e depois portado para Windows. 

O download pode ser feito aqui

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Aumentando o tamanho do disco de uma máquina virtual

by Rafael Amorim 9. setembro 2009 10:40

Colaboração: Everson de Oliveira

Data de Publicação: 07 de September de 2009

Para quem trabalha com ambientes virtuais como eu, possui dezenas ou centenas de maquinas virtuais rodando diversas aplicações de desenvolvimento, homologação e produção.

Eu trabalho com o Virtual PC da Micro$oft, para meu ambiente de lab virtual e precisei essa semana aumentar o tamanho de um disco virtual e infelizmente a ferramenta não permite esse tipo de edição.

Após um período de pesquisa, achei esta solução e acredito que muita gente já precisou ou precisará algum dia no trabalho, já que em tempos reais as maquinas virtuais são a realidade do nosso dia-a-dia.

A ferramenta escolhida foi a VHD Resize (http://vmtoolkit.com/files/folders/converters/entry87.aspx)

Com ela eu primeiro baixo a maquina virtual, informo o caminho do disco virtual que sofrerá a alteração de tamanho, informo o novo caminho e defino o novo tamanho do disco.

O resto pode deixar por conta da ferramenta. Eu utilizei e recomendo.

Fonte: Dicas-L

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Internet na Morada Nova

by Rafael Amorim 21. janeiro 2009 15:49

Olá

Como não há disponibilidade técnica para instalar o ADSL lá no apartamento, e hoje em dia não dá pra ficar sem internet, surgiu um graaande problema para resolver: como ter internet sem gastar muito.

Algumas alternativas para esse problema:

  • “Pegar emprestado” a wireless de algum vizinho – Não tem nenhuma rede ao meu redor :-(
  • Antena Wireless – Custo de instalação/mensalidade elevados demais pela velocidade “baixa” (segundo opniões dos amigos que tem)
  • WiMax Embratel – Não há disponibilidade, dada que a distância máxima é de 750m da antena (que está na Rivadávia Correa com a Brigadeiro Canabarro)
  • Internet via celular:
    • Claro – Não tem plano ilimitado e o modem é cobrado
    • Brasil Telecom – Na loja não souberam me explicar direito, e pelo que eu entendi o plano é limitado e o modem sai uns R$ 170,00
    • TIM – Não tinha a pronta entrega, e o plano é limitado
    • Vivo – Plano ilimitado, modem grátis, velocidade máxima de 300 KB/S

Não vou divulgar em qual loja da vivo comprei o plano, mas fui muito bem atendido pelos funcionários (Não estou ganhando nada, ok?)

No Windows Vista do desktop, a instalação foi de primeira e o funcionamento idem.

A minha preocupação era se iria funcionar no Windows 7, que eu tinha instalado no dia anterior. Para minha surpresa, funcionou sem nenhum problema também ;-)

As fotos:

VivoZap
Modem parece um isqueiro

 

Windows 7 - Vivo ZAP
Velocidade varia muito, mas no geral é bom.

 

Abraços!!!

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Windows | Novidades | Internet

Manipulando diretamente a Porta Paralela

by Rafael Amorim 13. novembro 2008 19:30

Olá

Essa semana encontrei um texto sobre como controlar os pinos da porta paralela no site do RogerCom (http://www.rogercom.com/). O objetivo final era mandar o comando para fazer os leds acenderem ou apagarem. O Daniel quis fazer em FoxPro e eu fui pro c#. Como não necessitava de muito material, comprei os leds e os resistores e resolvi fazer.

O HARDWARE 

Para fazer o hardware, usamos:

  • 1 placa de cartão (para fazer as soldas). Aqui pode ser qualquer coisa de plastico ou de papel, para dar sustentação aos leds
  • 8 Leds (qualquer cor). AVISO: LED tem lado. A perninha maior é o positivo.
  • 8 Resistores 470 ohm (amarelo, violeta, marrom). AVISO: Resistior não tem lado
  • 1 Cabo de impressora (que não vai mais ser usado)
  • Ferro de solda, estanho, multimetro, etc.

 

Para montar o hardware não tem muito segredo, é so seguir o desenho do site.


Peças antes do inicio da solda


Peças já soldadas na placa

Para montar o cabo, o Daniel me deu uma mão. Dentro do cabo da impressora tem uns 20 fios (mais ou menos), e é preciso encontrar fio a fio quem é quem. É ai que entra o multimetro.



 
Daniel e Eu encontrando os fios

Aqui aconteceu um acidente. Depois de identificarmos os cabos, pedi ao Daniel que cortasse os que não estavam em uso. Ele foi cortando. Quando terminou, viu que a etiqueta do fio nro 7 estava colada no meu braço. Tarde demais. O fio já estava cortado. Resultado: Lampada 7 permanentemente desligada :-P Depois se der eu refaço as ligações.




Fios soldados

 

O Software


Para fazer o hardware funcionar, precisavamos arrumar o software. Achamos uma dll que controla a porta paralela no windows xp pra cima (no 98 é diferente) e partimos pra programação em VFP.

Depois de penar um pouco, encontramos uma ocx que facilitou a vida.

Depois o Daniel ligou uma ocx para tocar mp3 e ligou os leds com o sistema de graficos da ocx. Não funcionou como deveria.

Para fazer em .Net. encontramos um software e pegamos dele como fazer o led acender/apagar. Depois fiz uma aplicação inteira para fazer acionar o led.


Sw em .NET

FONTES

  

Led4.rar (301,49 kb) - Versão em .NET

Versão em VFP: Em Breve. Daniel vai usar os pngs das lampadas. 

 

VIDEO 

 

CONCLUSÕES

As minhas:
1) EU tenho que aprender mais de .NET. Ainda sei pouco e apanhei em coisas simples
2) No site do RogerCom tem muita coisa interessante. Vale a pena ler.
3) A ideia de acender lampadas pela casa via software vai sair. É só eu terminar as funções da faculdade.
4) Obrigado ao Eduardo Spaki que me deu uma mão na programação ;-)

A do Daniel

1) "Prefiro não comentar" 


FONTES:
http://www.rogercom.com/pparalela/introducao.htm
https://secure.codeproject.com/KB/cs/csppleds.aspx?display=PrintAll&fid=21021&df=90&mpp=25&noise=3&sort=Position&view=Quick&select=1066799&fr=251
http://www.google.com.br/

 

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.NET | Programação | Windows

Windows 7 tem novo modelo de desenvolvimento

by Rafael Amorim 3. novembro 2008 09:31

Quem trabalha na indústria sabe que construir software não é uma tarefa fácil. É um meio altamente volátil, sujeito a mudanças e podem ser muito mais complexos que a engenharia de um carro, por exemplo. Sabemos como um motor a explosão funciona por pelo menos 100 anos. O UNIX surgiu no começo dos anos 70 do século XX. Os sistemas operacionais modernos surgiram com o Mac OS, em 1984. O POSIX (Portable Operating System Interface) que é o padrão IEEE 1003 foi publicado em 1998. Além disso, sistemas operacionais (SO) estão entre os softwares mais complexos de serem criados.

A Microsoft, para o Windows 7, adotou uma nova forma de se trabalhar. Não existe mais software “beta” dentro de cada build do SO. As equipes só podem entregar algum recurso depois que o mesmo passou por um ciclo completo de desenvolvimento, depuração e testes. Nada de entregar uma parte do software 90% pronta, como um beta, e finalizar depois.

Os ciclos ou iterações, são de 3 meses, na qual, ao contrário do que muitos pensam, metade desse tempo é gasto em requisitos, planejamento, documentação e testes. O resultado dessa forma de se trabalhar é que mesmo em pré-beta, o Windows 7 surpreendeu pela estabilidade. E isso também resultou em outro ponto positivo: ao invés de entregar 10 itens funcionando mais ou menos, eles optaram por entregar 5 que funcionam bem.

Outra decisão foi trabalhar com os fabricantes de hardware para que os drivers sigam o modelo do Vista. Se funciona no Vista, deverá funcionar no Windows 7 e não apenas isso, com o feedback dos consumidores e da indústria, o recado foi dado: performance e consumo de recursos. E pela resposta do PDC 2008 parece que a gigante do software até o momento, acertou muito mais do que errou.

 

Fonte: MeioBit

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